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Integração Ensino, Pesquisa e Extensão

Atualizado em 25/04/18 18:11.

A integração ensino, pesquisa e extensão, na forma como vislumbramos na constituição do Projeto Pedagógico de Curso de bacharelado em História, tem como pressuposto a clara participação de discentes e docentes nas atividades e discussões da proposta defendida pela Faculdade de História. Não se trata de adotar um conceito ideal de integração de pesquisa, ensino e extensão, mas, sim, de apostar na interação dessas dimensões como parte fundamental do “fazer acadêmico”, tomado na perspectiva da prática orientada sempre pela reflexão e ação; contudo, tem-se claro que a concretização dessa prática de integração depende do compromisso do professor da UFG com esse trinômio, respeitando sempre a autonomia intelectual dos participantes. Essa perspectiva ultrapassa a opção pela primazia do ensino e/ou da pesquisa, apostando na integração desses dois níveis de produção do conhecimento. Um bom professor é um bom pesquisador, e um bom pesquisador adquire e se apropria de conhecimentos que servem à prática em ambiente universitário. Com essa concepção, pretende-se afirmar que ensinar é mais do que transmitir conteúdos, ao mesmo tempo que pesquisar não se restringe a um interesse individual, embora possa emergir do interesse pessoal, despertado pela curiosidade intelectual.

Para esta proposta curricular, se a pesquisa for tomada como "princípio educativo fundamental", a formação do bacharel em história será profícua no que tange à sua atuação como pesquisador preocupado não apenas com a produção do conhecimento, mas também com sua transmissão e disseminação social. Isto implica compreender a pesquisa em articulação direta com o ensino e a extensão, daí o esforço dos núcleos e laboratórios de pesquisa da Faculdade de História em mobilizar os alunos em torno de atividades de pesquisa articuladas a rede pública de ensino e a comunidade em geral. Entre elas, destaca-se o estágio não-obrigatório, que consiste numa política de inserção do bacharelando em espaços voltados para o desenvolvimento das habilidades de profissionalização e que pode ser realizado a partir do segundo semestre, conforme a lei 11788 de 25 de setembro de 2008, que normatiza a prática do estágio. Com essa concepção, pretende-se afirmar que pesquisar não se restringe a um interesse individual, embora possa emergir do interesse pessoal, despertado pela curiosidade intelectual, mas que envolve compromisso e responsabilidade social.


Dessa forma, ensino, pesquisa e extensão colocam-se como constituintes da proposta deste projeto pedagógico que incorpora o pressuposto de que a pesquisa se vincula à prática pedagógica e à extensão, respeitando a pluralidade de perspectivas teóricas e interesses de pesquisas para o ensino, para a extensão e para os estudos avançados.

 

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