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Núcleo de Estudos sobre o Patrimônio e Acervos da Saúde

Atualizado em 19/11/14 09:23.

 

  NÚCLEO DE ESTUDOS SOBRE O PATRIMÔNIO E ACERVOS DA SAÚDE

 

ANTECEDENTES
 

    Em 11.06.2007, a Diretora da Casa de Oswaldo Cruz, Dra. Nara Azevedo, encaminhou o ofício n. 020/2007-COC ao Reitor da Universidade Federal de Goiás, Professor Dr. Edward Madureira Brasil, cientificando-o do projeto “Rede Brasil. Inventário do patrimônio cultural da saúde: edificações e acervos”, bem como da presença do Estado de Goiás no rol dos projetos incluídos no projeto em tela. Acompanhou o expediente a minuta de convênio de cooperação técnica, a ser celebrado entre a Casa de Oswaldo Cruz e a Universidade Federal de Goiás.
     Referido convênio, aprovado pelos órgãos competentes e firmado pelas partes  convenentes, prevê a realização de levantamentos e pesquisas concernentes ao patrimônio cultural da saúde (edificações e acervos) na antiga e na nova capital do Estado de Goiás, respectivamente, cidade de Goiás e Goiânia, para o que possibilitou a contratação de equipe de trabalho, vinculada ao programa de Pós-Graduação em História da UFG e assim constituída:
Coordenadoras: Professora Dra. Lena Castello Branco Ferreira de Freitas (atuou na primeira etapa e atualmente é consultora ad hoc)/Professora Dra. Cristina de Cássia Pereira Moraes/ Professora Dra. Marta Rovery de Souza
Pesquisadores juniores: Mestrando Rildo Bento de Souza, Esp. Patricia da Silva Soares, Mestrando Leandro Carvalho D. Neto, Esp. Helio Elias, Esp. Nilton Ururahi, Esp. Belisa Ribeiro, Jessica Silva.
Consultor para a área de arquitetura: Professor MSc. Gustavo Neiva Coelho, Arq. Maria Carolina Ana Carolina Carvalho Farias. 

 

DESENVOLVIMENTO DOS TRABALHOS

    Os trabalhos incluem:  reuniões de equipe, leitura e consulta a livros e documentos de interesse, visitas presenciais às instituições que se pretendia pesquisar, aplicação de questionários, gravação de entrevistas e depoimentos, redação e envio de correspondência por via tradicional e/ou eletrônica, elaboração de fichas, relatórios e verbetes etc.
     Delimitaram-se os marcos espaciais da pesquisa, como sendo Goiânia e a cidade de Goiás, enquanto ex-capital do Estado.

  • Etapa I – 1722-1937. Da chegada dos bandeirantes e fundação de Vila Boa de Goiás (depois cidade de Goiás) até a mudança da capital para Goiânia.
  • Etapa II – 1937-1970. Da transferência da capital do Estado para Goiânia (1937) até o início da década de 1970, quando a região vive os impactos da inauguração de Brasília e da criação da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás.
  • a partir de 1970 - Estende-se aos dias atuais; Goiânia converte-se em capital regional do Centro-Oeste e pólo de assistência médico-hospitalar.

    Para o estudo do patrimônio cultural da saúde – edificações e acervos -, ficou resolvido que seriam privilegiadas as instituições – hospitais e congêneres - identificadas como relevantes nas etapas I e II, dos quais se supunha fosse possível conhecer o perfil e o papel que desempenharam no processo histórico.  Relativamente à etapa III, em curso, instituições médico-hospitalares e de formação acadêmica na área da saúde têm surgido, em Goiânia, de forma acelerada; enquanto algumas se consolidam, outras rapidamente desaparecem, com a transitoriedade peculiar às regiões de fronteira, onde o novo e o imprevisível estão presentes a cada momento. Dada a contemporaneidade dos fatos e não se podendo antever o legado histórico-cultural dessas instituições, concluiu-se não ser ainda o momento de estudá-las.
     Levando-se em consideração tais premissas, as balizas temporais da pesquisa definiram-se entre 1826 - ano de criação do primeiro hospital da então Província de Goiás - e 1970, quando se conclui a primeira década pós-inauguração da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás e de  Brasília, marco do desenvolvimento do Centro-Oeste. Entendeu-se, outrossim, que os limites seriam flexibilizados no que diz respeito aos acervos arquivísticos, podendo recuar aos anos iniciais da colonização, no século XVIII, ou avançar até a década de  1980, para incluir a documentação referente ao acidente com o césio radioativo, ocorrido em Goiânia.
     Em julho/2009: As etapas do inventario edificado dos bens e acervos em saúde estão em fase final para serem disponibilizados na Rede Brasil: America Latina em http://hpcs.bvsalud.org.
     A terceira etapa se constituirá em digitalizar a documentação para disponibilizar no CEDIS (centro de documentação e informação em saúde).

 

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