Aula de campo História Moderna 4

Do “Mundo Fechado” de Aristóteles ao “Universo Infinito” da UFG

Em 23/03/26 11:35. Atualizada em 23/03/26 11:36.
No último sábado, a turma de História Moderna, sob a responsabilidade do Professor Marlon Salomon, trocou as estantes da biblioteca pela cúpula do Planetário da UFG (@planetario.ufg). Os discentes foram ver de perto o “Céu de Goiânia” para entender como Copérnico tirou a Terra do centro e bagunçou a ordem perfeita do cosmos medieval.

Se, para os antigos e medievais, o céu era o lugar da perfeição imutável, para os estudantes de História, o cosmos é o lugar da dúvida, da revolução e de muita leitura de Alexandre Koyré. Sair do centro do Universo dói, mas a vista daqui do Planetário compensa o esforço da abstração científica, pois não há história sem empatia, ensinou-nos o mestre da história das ciências.

Menos geocentrismo, mais pensamento crítico (e talvez um café no intervalo para esquentar a discussão sobre o problema das paralaxes em Ptolomeu). Kepler, Galileu e Borelli ficaram para o próximo capítulo.

Agradecemos aos monitores Davi e Heitor pelo apoio na organização da atividade. Um agradecimento especial à equipe do Planetário e ao astrônomo Rafael Miloni Santucci, diretor do Planetário, pela recepção calorosa.

PS: entre epiciclos, equantes, deferentes e revoluções das orbes celestes, Pitágoras tinha razão: a Terra é redonda.
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